Não é que eu seja frio, eu apenas não considero sentimentos importante, vejo pessoas encontrarem o grande amor da vida delas umas sete vezes por ano, fora as demonstrações de afeto estupidamente patéticas, só existe “amor” se houver um objeto redondo que se usam no dedo anular, fora os amigos de infância inseparáveis que se conheceram a três semanas e depois de dois meses agem como se nunca houvessem se conhecido, banalizam demais o que os poetas consideram sublime…
“olha pra cima!” “porque?”
qual o motivo desse sorriso cheio de brilho no olhar?
será que isso chegou ao fim? será que estamos prontos pra apagar as sombras do passado? será que podemos esquecer tudo? será que podemos recomeçar? será que podemos viver um dia de cada vez? será? será? será não, vai ser, pelo menos eu estou pronto, o que me preocupa é você…
“não sei, só sei que tenho sentido sua falta…”
“Sou um tanto quanto complicado, na verdade eu não sou complicado, eu complico tudo e nem eu mesmo sei porque, talvez pelo prazer de complicar pra depois descomplicar, ou por não saber lidar acabo complicando e pra evitar complicações mais sérias jogo tudo pro alto, ou complico mais o que já é complicado ou a complexidade foge do controle e eu acabo fugindo, aí me arrependo, volto complico mais, e por si só tudo se descomplica… taí gosto do complicado, acho que por isso compliquei tanto esse post pra dizer que gosto de complicar… parece tudo muito complexo, mas é bem simples…” risos